sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Conto de um amor


Conto porque conto
Conto pois confuso estou
Conto, canto e... Calo!
Cálidos contos de amor

Pego,mexo e remexo
Largo inerte no tempo.
Trevas e luz.
Tudo confuso me conduz... Ou será que me seduz?

Meus trágicos contos
Minhas tórridas fantasias
Tuas suaves mãos
Vossas
faces tão distintas...

De tudo seria atento...


De tudo a meu amor serei...
Seria!!!
Será que seria?
Serei. Atencioso, e não atento.

Atencioso a teu falar
Atencioso a teu sonhar
Leitor do teu sorriso
Leitor do teu olhar.

Quero vasculhar
Quero nos segundos encontrar
Roubar-te assim...
Hoje e sempre só pra mim...

Valeu a pena?
Dei de tudo?
Dei tudo a meu amor
Será que ele de tudo foi atento?

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Peças da vida...



Como pode? Essa vida é mesmo estranha néh?
Tudo na vida é “passageiro”, tudo é efêmero...
O momento vem e vai...
A hora vem e vai...
Os dias, Os meses...
Tudo passa tudo é como vento...
Porém...
NADA VOLTA...
O tempo é inexorável, crudelíssimo e traiçoeiro...
Faz-nos perder aquilo que queremos, na hora que queremos... QUEM queremos...

Valeu à pena...
Os tempos de química perdidos...
Os saques errados...
As risadas escandalosas (no bom sentido, claro)
As idas ao tio do carro vermelho, mesmo que sem fome alguma,
só pra ver aquele pastelão ser devorado com um sache de ketchup!

Valeu, vale, sempre valerá à pena...

Sempre...